CONHECENDO OBRAS PDF

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Comments (0). Please log in to add your comment. Report abuse. Transcript of Conhecendo as POM Como surgiram as obras das POM?. 24 fev. PDF | Esta é a versão atualizada da obra | ResearchGate, the estimular o diálogo, as partes saem conhecendo um pouco mais do Direito em. É assim que, através dos 17 artistas e das 26 obras presentes Pereira e com o qual expôs, primeiro ainda por Itália, conhecendo os mestres italianos do.


Conhecendo Obras Pdf

Author:CRYSTAL MAVROPOULOS
Language:English, Dutch, French
Country:Colombia
Genre:Fiction & Literature
Pages:232
Published (Last):20.10.2015
ISBN:252-1-39166-177-8
ePub File Size:25.88 MB
PDF File Size:11.61 MB
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Barbara Bell - Minimus - Conhecendo o fisdupartmerworl.ml . Capa e projeto grafico Angela Ashton, Revisao Felipe Augusto Reservados todos 08 direitos desta obra . How is searching for a pdf file any different than searching videos or pdf writer, Conhecendo obras em pdf files, Metamorphosis pdf book. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. p. 1 / Embed or link this publication. Description. Myer Pearlman. Popular Pages. p. 1. [close]. p. 2. Conhecendo as.

Finalmente, em novembro de , estava a ponto de mandar publicar O mundo ou tratado da luz. No podemos ler o Discurso sem lemxvi Prefacio brarmos a existncia desses textos, especialmente de O mundo. De fato, a gnese do primeiro vincula-se diretamente s circunstncias que levaram o autor a adiar a publicao do segundo.

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Em O mundo ou tratado da luz, Descartes desenvolvera, a propsito do problema particular da luz, as idias diretrizes de sua fsica. A obra refutaria definitivamente a antiga cosmologia de inspirao aristotlica, ainda ensinada nas escolas, e fundaria, finalmente, o mecanicismo dos modernos. Mas a doutrina era vinculada s concepes heliocntricas que, desde Coprnico, despertavam um interesse cada vez maior. Ora, o Santo Ofcio acabava de condenar Galileu, que delas se utilizava.

Assustado, Descartes renunciou publicao de seu livro. Eis em que termos novembro de explica sua deciso ao Pe. Pois no podia imaginar como ele, que italiano, e mesmo estimado pelo papa, [ E to ligado a todas as partes de meu tratado, que no poderia retir-lo sem deixar o restante totalmente claudicante. Mas, como no queria, por nada neste mundo, que sasse de mim um discurso em que se encontrasse qualquer palavra que fosse desaprovada pela Igreja, achei melhor suprimi-lo do que publiclo estropiado.

Essas linhas expressam bem a emoo e o receio de Descartes diante da idia de ser "desaprovado pela Igreja". Por que, entretanto, teme tanto uma condenao? Ela teria acarretado para ele as mesmas conseqncias que para Galileu? No, por certo. Mas Descartes naturalmente respeitoso da ordem na Igreja bem como na sociedade.

Esse esprito livre no tem nenhum pendor revolta. E, depois, pensa em sua obra. Ora, as brigas com Roma atrapalhariam sua realizao. Por fim, nociva e mais espetacular do que eficaz, a revolta tambm lhe parece intil; Roma pode recusar a verdade, a verdade acabar por impor-se prpria Roma: "No perco totalmente a esperana de que acontea o mesmo que com os Antpodas, que outrora foram condenados quase da mesma maneira, e de que, assim, meu Mundo possa, com o tempo, ser publicado.

Inmeras razes parecem t-lo levado a tomar essa deciso. A primeira relaciona-se sua reputao. Refere-se a ela duas vezes no Discurso. E as duas passagens revelam igualmente o vivo desejo de estar altura da imagem que a fama traou dele: quer aceitar o desafio que esta representa. Nesse sentido, escreve o Discurso para mostrar do que capaz. Por outro lado ele espera, por meio desse livro, suscitar algum interesse por seus trabalhos.

Por certo no tenciona, como foi dito algumas vezes, promover pesquisas em comum. Tambm no pretende apelar generosidade de ricos mecenas. Como mostra a sexta parte, queria sobretudo chamar a ateno dos poderes pblicos. Para prosseguir seus trabalhos, ele necessita realmente empreender muitas pesquisas onerosas.

Julga que cabe ao Estado "ao pblico" ajud-lo nesse plano. Com efeito, este pode assegurar-lhe, alm de tempo disponvel, crditos financeiros. Decerto no obtm satisfao a esse respeito. Esperava-o realmente? No se tem certeza. Em todo caso desejava-o. E esta a segunda razo por que publica o Discurso. Mas h uma outra, mais importante. Alguns meses antes da publicao do Discurso, Descartes confessa ao Pe.

S falei [nesta obra] como concebo minha Fsica a fim de incitar aqueles que a desejam a fazerem mudar as causas que me impedem de public-la. A outro correspondente, escreve no mesmo dia: Quanto ao tratado de Fsica cuja publicao fazeis a gentileza de me pedir, no teria sido to imprudente para falar sobre ele do modo que falei, se no tivesse vontade de public-lo, caso as pessoas o desejem e se nisso eu tiver proveito e segurana.

Mas gostaria de dizer-vos que o nico propsito do trabalho que mando imprimir desta vez preparar-lhe o caminho e sondar o terreno. Estes dois fragmentos no deixam dvida. Descartes publica o Discurso para poder, proximamente, publicar o Mundo. Por isso quer "sondar o terreno", isto , testar as opinies. Alm disso, quer "preparar o caminho", ou seja, conseguir levantar o obstculo que impede a publicao - em outras palavras, conseguir que as autoridades romanas reconsiderem o juzo proferido acerca das doutrinas "do movimento da Terra".

Mas Descartes evita, a esse respeito, tentar uma ao direta. Pretende fazer agir os que desejam a publicao de seu tratado, esperando que, entre os eruditos que o lero, alguns tenham bastante influncia em Roma para levar o Santo Ofcio a tomar as medidas necessrias.

Como se v, uma ttica perfeitamente clara: o Discurso deve despeitar em alguns a vontade de coxx Prefcio nhecer o Mundo, a ponto de intervirem junto ao Santo Ofcio para permitir a Descartes public-lo sem perigo. A manobra, de muita audcia, certamente fracassou, mas estaramos errados em perd-la de vista quando lemos o Discurso, pois ela esclarece muitos de seus aspectos. Alis, no h nada de surpreendente nisso. A condenao de Galileu fora um drama para Descartes tambm. Comprometia, num certo prazo, a reforma das cincias e da filosofia por ele projetada.

Resignar-se por mais tempo teria sido perder as esperanas, ao que Descartes no muito inclinado. Dito isso, como comps o Discurso? Problema difcil. Se a histria das circunstncias que acompanham e das intenes que dominam o nascimento do texto pode ser estabelecida sem muita dificuldade, a da redao desse texto permanece mal conhecida.

As etapas e as modalidades do trabalho nos escapam. A correspondncia, todavia, fornece algumas indicaes. Uma primeira aluso ao que se tornar o Discurso acha-se numa carta de l s de novembro de Nela Descartes menciona um prefcio que ainda no fez, mas que queria juntar a Meteoros e a Diptrica, em que trabalhou durante o vero.

Mas o que deveria conter esse "prefcio"? Por que Descartes pensa escrev-lo? Perguntas sem resposta. Seis meses depois, envia uma carta a Mersenne.

Nela, o propsito se define. Mais a Diptrica, os Meteoros e a Geometria, em que as mais curiosas matrias que o autorpossa ter escolhido para comprovarem a cincia universal que prope so explicadas de tal modo que mesmo os que no estudaram podem entend-las.

Logo a seguir, Descartes observa: Nesse projeto revelo uma parte de meu mtodo, procuro demonstrar a existncia de Deus e da alma separada do corpo e acrescento vrias outras coisas, que, creio, no sero desagradveis ao leitor. O comeo deste texto claro: faz aluso segunda e quarta partes. Quais so as coisas que "no sero desagradveis"?

Os elementos biogrficos? As passagens dedicadas fsica? No sabemos. Apostamos que se trata destas ltimas. As preferncias da poca, apesar de Montaigne, tendem menos s "confidencias" de um erudito do que s suas descobertas. E Descartes, com certa razo, tem o sentimento de que sua fsica esperada. Seja como for, pode-se admitir que a partir de maro de o plano do Discurso est determinado em suas linhas gerais. Se considerarmos, por outro lado, que a impresso do texto deve ter comeado em maro de ver a carta a Mersenne dessa daXXII Prefcio ta , poderemos concluir facilmente que a composio do Discurso estendeu-se ao menos por um ano, talvez por dezoito meses2.

Mas como procedeu Descartes? Em que medida utilizou os inditos, os rascunhos e os esboos que possua? Quais so, no texto atual, as passagens tiradas de textos antigos? Por que reformulaes passaram? No sabemos quase nada. E as pesquisas, sem dvida louvveis, aperfeioaram mais as conjeturas do que enriqueceram nossas certezas. Somente sobre dois pontos no h dvida alguma: o Discurso foi escrito relativamente depressa, mas por um autor que no havia parado de trabalhar e de meditar durante quinze anos.

Por outro lado, essa obra-prima uma obra circunstancial; mais ainda: a "mquina de combate"3 - dupla concluso da histria de sua gnese, que seria grande erro menosprezar. Estrutura e Contedo da Obra difcil conter um movimento de surpresa quando se examina rapidamente o contedo do Discurso do mtodo. O ttulo do livro parece prometer uma explanao sobre mtodo.

Ora, encontramos sobre esse ponto no mximo algumas pginas, alis obscuras e difceis. Em compensao, o Discurso contm vrios elementos inesperados: uma narrativa sucinta da carreira do autor e um esboo bastante amplo de sua doutrina. Como se articulam esses dois elementos?

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So perguntas difceis, sem dvida, mas no so insolveis se nos dermos ao trabalho de considerar, sem idias preconcebidas, a estrutura da obra. Mas quem diz estrutura diz, ao mesmo tempo, organizao de um todo e inteno dominante suscetvel de justific-lo. Ser possvel esclarecer a inteno para poder elucidar a organizao? Parece que sim. Duas passagens, em especial, so reveladoras a este respeito. E, mais adiante, Descartes acrescenta que prope este escrito apenas como uma histria, ou, sepreferirdes, apenas como uma fbula.

Talvez nem sempre se tenha reparado bem nestas linhas, entretanto notveis. Nelas sobressai claramente que a inteno do Discurso no didtica, e sim narrativa.

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O Discurso uma histria destinada a mostrar como Descartes conduziu sua razo; entretanto, se preferirmos, podemos ver nela uma fbula. O que se deve entender da? Essa palavra designa, no uso corrente, quer uma narrativa fictcia sem nada em comum com a realidade, quer uma narrativa instrutiva comportando uma moralidade.

Por certo Descartes se compraz em jogar com a ambigidade do termo. Contudo, parece que no seria o caso de se insistir muito no primeiro sentido: Descartes no pretende fazer o Discurso passar por um conto. Prefcio que nos prope comporta um ensinamento. Ou seja, embora a inteno da obra no seja didtica, mas histrica, ela no puramente histrica. Mais precisamente, inteno histrica sobrepe-se uma outra, que Descartes sugere ao introduzir a palavra fbula, mas evita definir.

Poder ser caracterizada de modo mais preciso? No, se nos ativermos apenas ao texto do Discurso. Sim, se consultarmos a carta a Mersenne de maro de Nela, Descartes fornece as seguintes explicaes Pois, como se pode ver pelo que exponho sobre ele, consiste mais em prtica que em teoria, e chamo os ensaios que vm depois de Ensaios deste mtodo, porque pretendo que as coisas que contm no poderiam ser encontradas sem ele, e que atravs delas podemos reconhecer o que ele vale; assim como inseri alguma coisa de metafsica, de fsica e de medicina no primeiro discurso para mostrar que o mtodo estende-se a todos os tipos de matrias.

Essas linhas, certamente, repetem de algum modo o fim do prembulo, no sem darem, entretanto, algumas indicaes suplementares que merecem ateno. Primeiro ponto: especificam que no se deve esperar do Discurso um tratado e que a palavra xxv Discurso do Mtodo deve se ater aqui ao sentido de prefacio ou advertncia. Quer dizer que o objetivo do Discurso, segundo a confisso do prprio Descartes, no expor seu mtodo, mas chamar sobre ele a ateno de quem lera os Ensaios Diptrica, Meteoros e Geometria que o seguem.

Estes so realmente aplicaes do mtodo e, como mtodo mais questo de prtica que de teoria, sobretudo atravs deles que Descartes pensa fazer com que o conheam. Isto nos mostra que o centro de gravidade da publicao de no se acha, para ele, no Discurso do mtodo, e sim nos trs ensaios que esse discurso introduz. Esse aspecto atualmente no levado em conta, mas importante no perd-lo de vista, pois mostra bem que o Discurso no constitui uma obra autnoma. No s isso. Mediante esses ensaios, diz ainda Descartes, pode-se saber o que "vale" o mtodo - pequena frase que parece secundria, mas capital.

Em nenhum outro lugar ele explica melhor seu pensamento, que precisamente evidenciar a eficcia de seu mtodo, seu valor. Isto quer dizer que a inteno dominante da obra , no sentido estrito do termo, apologtica. Esta inteno, comum aos Ensaios e ao Discurso, no se expressa todavia em ambos da mesma maneira. Nos Ensaios, Descartes limita-se a apresentar amostras de seu mtodo; em contrapartida, no Discurso, pretende evidenciar as virtudes de seu mtodo mediante a narrativa da evoluo de seu esprito e de suas conquistas intelectuais.

Da a originalidade desse texto, que propriamente uma histria apologti- XXVI Prefcio ca do esprito do autor ou, como diz muito bem Descartes, uma fbula. Desse modo, esclarecem-se muitos aspectos da estrutura desta obra. Se o espao nela reservado ao mtodo restrito, no por acaso ou por inabilidade.

A finalidade do Discurso no , realmente, analisar os principais aspectos do mtodo, mas sugerir seus mritos. Por outro lado, tambm se pode explicar a utilizao conjugada de uma narrativa autobiogrfica e de um esboo doutrinai, que pode surpreender primeira vista.

Quando queremos mostrar que neste ou naquele perodo de nossa vida tivemos razo, o que fazemos no contar as circunstncias que determinaram nossas escolhas, e os sucessos que elas nos permitiram obter?

Uma justificao abstrata seria possvel e talvez mais "convincente": mas ser que "persuadiria" tanto e to facilmente? Certamente no. Desta maneira pode-se resolver tambm, ao que parece, o problema do plano desta obra que tanto embaraou os comentadores.

Evidentemente, esse histrico, como alis o indica certo nmero de articulaes do texto: por exemplo, na segunda parte, estava ento na Alemanha; na tercei- XXVII Discurso do Mtodo ra parte, recomecei a viajar, etc. Em compensao, igualmente evidente que a histria no relatada por si mesma. Da a importncia dos fragmentos doutrinais que, no mais das vezes, tendem a encobrir a linha da narrativa. Mas no resta dvida de que a doutrina, por sua vez, no apresentada por si mesma.

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Por isso a exposio fica pouco elaborada, o que no importa muito, uma vez que Descartes no quis desenvolver sua filosofia no Discurso, mas evoc-la como testemunha da fora e da universalidade de seu mtodo.

Da se depreende que a leitura correta do Discurso, em certo sentido, no tanto a que se prende aos diferentes elementos do texto, mas a que tenta recuperar seu prprio dinamismo.

Quer dizer que os elementos so de qualidade discutvel, que s se encontra no Discurso uma autobiografia suspeita e uma exposio doutrinai feita s pressas? Houve quem o dissesse. Entretanto, nada mais incorreto. A obra deve ser lida com precauo. Mas, paradoxo da obra-prima, este texto, que uma espcie de arrazoado pro domo, escrito com finalidades estratgicas, no deixa de ser uma obra cujo interesse humano e alcance filosfico so quase incontestveis. Sem dvida, no um texto decisivo em todos os pontos.

Certamente, a autobiografia de Descartes breve e rpida. Descartes s relata os acontecimentos de sua existncia na medida em que indicam as circunstncias em que se formou seu pensamento, e a histria a narrada no tanto a de um homem quanto a de um esprito. Pretendeu-se por vezes que lhe falta veracidade. Assim escreveu h tempos um historiador: Na realidade, a narrativa [de Descartes] comporta inexatides to graves, que o primeiro dever de quem deseja conhecer a verdadeira histria de seu pensamento considerar como sem valor o que ele nos diz sobre ela e tentar reconstitu-la por seus prprios meios.

Severidade injustificada. Como bem demostraram tienne Gilson e Henri Gouhier, os dados biogrficos do Discurso se confirmam quando cotejados com outros documentos.

No se pode negar, entretanto, que o Discurso s restabelece a vida de Descartes atravs da imagem que ele tem dela. Mas poderia ser de outra maneira? Por outro lado, no h dvida de que deixa muitas coisas na sombra e ilumina muito outras, mas por que haveramos de nos queixar? O esboo no melhor que um romance, desde que conserve o principal e sugira o que no diz? Ora, este o caso do Discurso. A narrativa estilizada dos acontecimentos evoca um clima e nos faz sentir a presena do homem.

Assim, atravs das pginas dedicadas ao colgio La Flche, adivinha-se o XXIX Discurso do Mtodo que ter sido o adolescente; atravs daquelas do fim da terceira parte, a atitude do jovem erudito que procura se achar antes de se fixar na Holanda; atravs de toda a sexta parte, o homem na maturidade, com a conscincia de seu gnio, com o orgulho exaltado pela adversidade, com uma audcia circunspecta de pensamento e ao.

Ler atentamente o Discurso um pouco como conviver com o filsofo, e este no o menor atrativo de uma leitura como essa. Entretanto, qualquer que seja o interesse biogrfico e humano do texto, ele vale sobretudo pelo contedo filosfico. Por certo, uma doutrina s se expressa perfeitamente numa obra tcnica. Um escrito esotrico, contudo, pode revelar mais completamente seu esprito e seus motivos fundamentais. O Discurso "d" assim, da filosofia de Descartes, um apanhado eloqente, a despeito de sua conciso ou, pelo contrrio, em razo dela.

Reinado de Henrique IV Seu pai, Joachim Descartes, conselheiro do Parlamento da Bretanha.

Sua me Jeanne Brochard. Morre a me de Descartes e ele educado pela av materna e por uma governanta. Tratado de Vervins.

Nascimento de Corneille. Descartes estuda no colgio de jesutas de La Flche, dirigido por um parente seu, Pe. Fundao da Academia de Lincei. Kepler, Astronomia nova. Henrique IV assassinado por Ravaillac. Galileu inventa o telescpio.

Reinado de Lus X m Nascimento de La Rochefoucauld. Descartes recebe o bacharelado e a licenciatura em Direito pela Universidade de Poitiers. Morte de Shakespeare. Morte de Cervantes. No incio do ano, Descartes vai para a Holanda, onde se alista como voluntrio no exrcito de Maurcio de Nassau, Prncipe de Orange.

L torna-se amigo do sbio holands Isaac Beeckman, com quem estuda e discute matemtica e msica Guerra dos Trinta Anos. Descartes parte para a Dinamarca e a Alemanha. Alista-se no exrcito catlico do duque da Baviera.

No incio do inverno sua tropa estaciona perto de Ulm. No se sabe, no entanto, se Descartes no ter abandonado antes o exrcito catlico, justamente para no ser obrigado a participar dessa batalha. Frederico V era pai da princesa Elisabeth, mais tarde a melhor amiga de Descartes. Bacon, Novum organum.

Nascimento de La Fontaine. Richelieu nomeado cardeal.

Temporada na Frana, quando Descartes vende parte de suas propriedades. Depois parte para a Itlia, onde possivelmente participa da peregrinao a N. Nascimento de Pascal.

O Parlamento de Paris probe uma conferncia contra Aristteles. Morte de Jacob Boehme. Ministrio de Richelieu Volta Frana, onde permanece ora na Bretanha, ora em Paris.

Mersenne, A verdade das cincias contra os cpticos oupirronianos. Grotins, Do direito da guerra e da paz. Morte de Bacon. Nascimento de Bossuet. Descartes escreve, em latim, Regras para a direo do esprito sua publicao, no entanto, s ocorrer em No outono parte para a Holanda, onde permanecer at Nascimento de Huygens.

Descartes inicia a redao de O mundo ou tratado da luz. Rembrandt, A lio de anatomia. Nascimento de Vermeer de Delft. Nascimento de Locke. Galileu abjura perante a Inquisio. Com a condenao de Galileu, Descartes desiste de publicar seu Tratado. S ser publicado em , em francs, com o ttulo Tratado do homem. Nasce Francine, filha natural de Descartes com uma empregada, Hlne Jans. Fundao da Academia Francesa. Fundao da Universidade de Harvard. Nascimento de Boileau.

S esses trs ensaios chamam a ateno dos eruditos. Morrem Francine, em setembro, e Joachim Descartes, pai de Ren, em outubro. Os jesutas probem o ensino do cartesianismo nos seus colgios. Em Utrecht, instala-se a polmica com Vot Voetius , professor da Universidade, que depois de contestar Descartes durante muitos anos acusa-o de atesmo em dezembro de A Universidade de Utrecht condena a nova filosofia, sem citar o nome do filsofo.

Morte de Richelieu. Nascimento de Newton. Corneille, Polyeucte. Publicao em Paris do De Cive, de Hobbes. Judging more by literary than historical sources, it is the myth of love itself as though she were some foul perfidious foe.

It is successive and increasingly powerful obstacles that nourish this love; a love In a short essay on the literary romance,6 Milan Kundera asserts that this is the that is crowned both symbolically and literally, both by the power of Pedro, now king, genre that defines Europe Kundera, Indeed, as with Tristan ation. Porto Editora, ; precisely what Bocage suggests in the continuation of the abovementioned sonnet: Their spirits remain unsul- complex and rich than we might at first glance believe it to be.

Despite imputing reasons from If we argue that love is also central to European thought Passerini, , then we which the loved one is exempt, there is no hint of darkness in their story. Their love is might infer that the love story not only the romance formally born with modernity, untarnished, their mutual dedication undisputed. Despite all of this, death is their only but also the narrative — the novel — of the love relationship is an intrinsically European destiny, the only place where they will find peace.

We need no hard facts. Suffice it to say that it is thus that we enter the realm of myth. Mostly, blood national identity.

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For love is exigent: Love is a unique terrain, with its own rules, with a punitive and demanding at least of one of them. One need think no further than Werther, or than tales of lov- god who shelters the lovers, while at the same time forcing them to denounce every- ers enmeshed in intricate plots, like those of Alexandre Dumas or the historical novels thing and everyone that preceded their condition. It is in this light that we must think of Walter Scott.

The list is almost infinite: Timeless alliances. Eros and Thanatos. Invidious destinies. Leda The success of this construction was ensured by certain seductive elements that and the Swan; Europa and the bull; Echo and Narcissus; Helen and Paris; Tristan and Isole; permeate these narratives: A fatal decades, with a vast body of literature exposing the sway of Eros, true to that medieval erotic attraction, plunging us back towards our most profound, archaic roots, into the tradition, it is indisputable that we continue to need to find that defining axis through arms of the daemon; and then its logical, historical extension into the tradition of the which love grants meaning to the self; confirming each unique identity, conceding to it troubadours.

The two lovers are young and pure, victims of a force larger than them- the possibility of illumination. We search for an-other the embodiment of love in the selves. They are also victims of circumstances that compel them to ignore their private same way that we know we can expect to find our own reflection in the mirror.

In it, we probe for a confirmation of our very existence through already harrowed and torn, manages to get his way. He plays his trump card. The work, composed of the cut fragments and collages that designated as love Rougemont, The Narrators symbols that are themselves already used, worn.

Love is also a social construct, an Love is, above all, a relational mode. It is also a process driven by coincidence. This is imperative you must love! From the multiple signs used to designate love, we move onto that unequivo- The visions of love presented in this exhibition are multiple. This was precisely the cal one; the one that enraptured lovers, immersed in their own intensity, draw: After the more obvious symbols, two moments of marvel and solitude: This couple sets the tone for the rative of a happy drunkard who, quite accidentally, fishes from the ocean a very relaxed exhibition, almost like the crest or emblem of an invitation, presenting themselves at mermaid.

Only alcohol, with its capacity to blind us from reality, could grant the most pro- the precise moment that their tragic tale comes to an end.

Caught in the net of her seductive voice, they are drawn death, but still weeping … These are manipulated characters in a story that transcends down into the depths.

Love, even when it smiles upon one, opens the way to disquiet. The solidity of her body, her self-containment as she bends over the white cloth attention a chance moment, exploring the distinct intimacy of this figure with the space that she holds, evoke an embrace of an absent partner; the devotion, but also the surrounding her, evoking a sense of familiarity: At the same time, the nostalgia of this image ished by the love of someone who is on our side.

Here we have a feeling that endures. In the paintings we too are close — with whom we are intimate — waiting for us. The artist thus observed exhibited here, four more artists express such a love: Pomar pays homage to Ingres and invokes Matisse , referring to his famous scene of a Also playing with this classic framing device in one of the drawings on show — a study Turkish bath. While allowing for communication, the window also separates as to complete the narrative, whose eroticism is emphasised by the harshness of the the very areas it establishes, defining the boundaries and the complicities between forms and the contrasting colours.

The narratives of the rest of In another work, we are shown a dark interior, lit only by a faint glimmer in the back- the drawings on the show evoke loves forged of collusion and effort: A female figure crosses the pictorial plane, her back to the viewer. Both Mily edy Lysistrata, employing a sinuous line borrowed from ancient Greek pottery, Picasso Possoz and Vieira da Silva expose the urban setting as a terrain welcoming recognition, depicts some of the moments of erotic tension entailed in romantic embroilments.

In the case of the former, the Lisbon that Mily arises Determined to put an end to the Peloponnesian War, the Athenian, Lysistrata, proposes from the interplay of compositional signs: The aim of this enforced abstinence would recognisable dense urban texture reposing along the hills, with the Tagus River run- be to coerce the men to make peace.

This is eventually celebrated by all, as shown in the ning below , a stage set. Not all of them demand a blood sacrifice; various pictorial inferences.

In Vieira da Silva, on the other hand, Lisbon is transformed though the ones that do are often the best loved. Perhaps this is because they make into elastic light and space, intertwining with a web of lines that it contains, or that us feel at one and the same time greater and more fragile.

Whatever the case may be, sometimes open out, allowing swathes of colour to flow in. Lisbon at Twilight is the all love stories end at the same point: But hush, enough now! The time has come to keep silent. Closing the circle, there are two more artists to mention: Jorge Pinheiro and Pablo Picasso. Juliet Haydock with Allan Cameron, New ent parts figures, clothing, possible framings of the scene ; but also in the creation of York, Oxford: Berghan Books, Ensaios sobre o Amor, trad.

Sofia Gomes, Lisbon: Louise Poissant, O Medo do Grande Amor, hold hands, the adoption of love as a commitment, a bond and a form of transcendence. Linda The stripping away of worldly goods, symbolised by the aridity of the landscape encom- Boavida, Lisbon: Difel, Archer, London: Faber and Faber, Vega, Editores, Livros translated from the Spanish into the Portuguese by finally allowed to also be a source of laughter. In this series of five prints, alongside the Horizonte, Em , os seus primeiros tra- com J.

Apesar de ter come- landa. Expondo em Lisboa, integrado nas mostras facetas da capital por esses anos. Nesse mesmo conceber e programar S. Paulo, Bienal de Veneza , Bienais de S. Ao longo dos cia. Os primeiros ca dos recortes de Matisse. A ironia e a Porto, percebido como uma voz de talento. Por esses anos, dos artistas que admira e da ironia da escala, Pablo Picasso o seu interesse centra-se na escultura. No entanto, flamengos, que conhecia intimamente. At this point, he stopped painting, only University of Oporto, where, as an eminent to resume it again thirty years later, preferring scientific researcher, he also received a PhD.

He now to dedicate himself to writing, an activity was also an avid writer, gaining prominence as he had already begun in the s. In the capac- an essayist, art critic, and author of fiction.

In the s, Dacosta resumed painting. In , Experimenting with various media, all his work his studio activity became intense, creating a demonstrates his enormous capacity for com- kind of visual diary with fragments of wood municating emotion. His drawing is marked by and painted bits of paper, returning to his initial great technical command: In the s, his work was body of work the fluency and assuredness of his again widely publicised, with retrospective exhi- touch, and his ironic wit as a caricaturist.

He is considered one of the great masters limpid sense of poetry that was served by a lim- of modern Portuguese painting. He also human figure, creating a world in which women made large-scale drawings and watercolours. He won the — Lisbon, Roque Gameiro Prize in , and began exhibit- Having begun painting especially, landscapes of ing at the annual General Exhibitions of Fine Arts the Terceira island of the Azores in , it was in Returning to Dacosta began his formal studies at the School Portugal in , he set off to the Ribatejo prov- of Fine Arts.

Much of cerns and neo-realist aesthetic. In , he was his early work, at once melancholy and dramatic a founding member of the Cooperative Society — and at times violent — was damaged by a fire in of Portuguese Printmakers, known as Gravura, his studio in Ironic critique and playful always subjugated to draughtsmanship. His His return to Portugal was accompanied by a aesthetic and a sense of greater lyricism, with reconstruction join forces in his work, whether in drawn marks oscillate between a geometric, particular attentiveness to light, and he explored several incursions into abstraction.

His artistic the series of objects titled Citymobil , or in graphic angularity and organic undulations in the its potentialities in landscapes, modern genre vocabulary is dominated by curved lines, in the portraits of emblematic figures of Portuguese service of voluptuous forms.

By the s and 60s, he keeping with the female form that remains one culture, such as Fernando Pessoa He took part theme: Despite taking part in the group shows of modernists Lisbon, — where he settled in , dedicating himself in having begun to study law, he left Rio in there, he returned to Portugal at the onset of Painter, draughtsman and ceramicist, Jorge Bar- particular to printmaking.

Between and , he lived radas known as Barradinhas frequented the in a climate of artistic debate that, owing to the studies, and later abandon them in With in the town of Vila do Conde, where Robert and School of Fine Arts in Lisbon, only to abandon political climate, was not available in Portugal a few interregnums, he lived in this city for Sonia Delaunay had also settled.

Together, Viana it. A draughtsman of many skills, chronicler — at the time, led him, in Munich, into establish- the rest of his life. He first exhibited in With his from the Calouste Gulbenkian Foundation, An assiduous contributor to the press, his name northern Portugal. It was at this time that Viana notable deftness in capturing the characteristic he settled in Paris.

The following year, he went to Paris, while continuing to employ a range of strong ous middle classes and the worldly figures with whom he exhibited first in Saar in Ger- working there till as the correspondent for and vibrant colours. In Settling in Brussels between and , he panoply of figures, giving shape to various facets After a difficult period, between and the s, he travelled in Italy, where he famil- began sending works back to Portugal in , of the Portuguese capital during those years.Juliet Haydock with Allan Cameron, New ent parts figures, clothing, possible framings of the scene ; but also in the creation of York, Oxford: Jorge Alexandre de Lima.

With his from the Calouste Gulbenkian Foundation, An assiduous contributor to the press, his name northern Portugal. That same year, contests led him to stop painting. Paulo Bernardino. The curtain falls. The contours of a sentiment Passion is that form of love that refuses the immediate, avoids dealing with bathed what is near, and if necessary invents distance so as to realise and exalt itself more completely.

A female figure crosses the pictorial plane, her back to the viewer.